domingo, 17 de março de 2013

Como descobri o enfisema pulmonar.



Um doente de enfisema pulmonar deve ser a coisa mais triste que possa existir. Imagine você sem ar. Bom, mas vamos a mais uma história fantástica e ao mesmo tempo difícil de acreditar.
Hoje, para o doente de enfisema, a medicação existente é só para complicar, e cura mesmo que é bom... De jeito algum! Como a gente passa o óleo pra diversas moléstias, desta vez fomos conduzido a um senhor com enfisema pulmonar que já estava em estado grave (só respirava através do balão de oxigênio). Como de praxe, as pessoas só tomam o óleo quando já não tem mais jeito para a medicina tradicional, pois esse senhor que era produtor rural que não tinha disposição para nada e não podia sair de casa por causa do oxigênio começou a tomar o óleo de copaíba. Os dias vão passando e o senhor João já se anima de ir para a roça e já tem uma disposição que não tinha dias atrás. Vai o senhor joão fazer um exame e leva para o médico analisar, quando o médico pega o exame, fica bravo e diz para trazerem o verdadeiro porque aquele não era o do senhor João. Alegaram que era sim, mas ele não quis saber, mandou fazer outro e disse que aquele exame não era o dele. Volta o sr. João ao laboratório, faz outro exame e vai novamente ao médico e o entrega, que abriu, examinou e disse: "Mas é impossível. Tem certeza que esse exame é seu ?" Tendo resposta afirmativa e não acreditando, pegou o telefone e ligou para o laboratório onde foi feito o exame e conversou com o profissional que o realizou, confirmando outra vez que o exame era do doente de enfisema. Depois de tudo isso, pergunta o doente do pulmão o que acontecia, e o médico estupefado diz para ele que não está entendendo nada, pois o exame que ele tem em mãos é de um pulmão de um jovem e não de um doente de enfisema pulmonar. Para a gente que está acostumado com os milagres do óleo, em cânceres de pulmão, já acreditávamos desde o começo que seria bom para a enfisema pulmonar, só não imaginávamos que o resultado seria tão rápido e fantástico como foi. Depois deste caso, já fiquei sabendo de mais dois casos de cura de enfisema, através do óleo de copaíba puro e isto porque na maioria das vezes a pessoa doente cura sem a gente saber o que ela tinha. Na natureza existe a cura para todas as moléstias, isto é inacreditável mas é a realidade.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Mais uma doença inflamatória sem cura.



Miosite
 é uma doença da qual os músculos se encontram inflamados devido a um trauma, infecção bacteriana ou virótica, doenças auto-imunes (o próprio sistema imunológico do organismo ataca a si mesmo), por certos medicamentos e até mesmo por esforços físicos excessivos. Ela pode atingir todas as regiões do corpo provocando inflamações e causar a degeneração dos tecidos dos músculos progressivamente, resultando na perda de massa muscular. A miosite pode ainda afetar as artérias e vasos sanguíneos que percorrem o músculo.
Este tipo de patologia prejudica muito a qualidade de vida do indivíduo que se sente indisposto e dolorido para fazer todo tipo de atividade, pois seus músculos se encontram debilitados. Os músculos que são tecidos responsáveis pelos movimentos, nas miosites tornam-se fracos e não conseguem desempenhar o seu papel. Assim, o indivíduo com miosite acaba adquirindo uma deficiência em movimentos simples como subir escadas, levantar os braços, levantar de uma posição sentada e caminhar. Muitos ainda têm dificuldade para engolir e respirar.
Pessoas que se sentem fadigadas por simples movimentos e ainda sentem dores devem procurar um médico o quanto antes para que ele possa avaliar o caso e ver se há miosite, pois o reconhecimento precoce da doença é essencial. O diagnóstico da doença é confirmado após a realização de vários exames. Através do exame de sangue, por exemplo, pode-se saber se há alteração nas enzimas produzidas nos músculos e caso os valores estejam acima dos considerados normais, significa que há alteração inflamatória muscular.
O médico ainda poderá solicitar um exame de eletromiograma para avaliação e registro da atividade elétrica produzida pelo músculo, e uma biópsia do músculo afetado. A biópsia consiste na remoção de um pequeno pedaço do tecido muscular para que se possa fazer a análise e realizar um diagnóstico definitivo. Este procedimento não causa dores no paciente, pois antes da remoção do tecido usa-se um anestésico local.
Infelizmente a miosite não tem cura. No entanto os sintomas da doença podem ser tratados e o indivíduo poderá levar uma vida aparentemente normal. Opções de tratamento incluem medicamentos específicos (imunossupressores, corticosteróides, antiinflamatórios, etc.), terapia física e reabilitação, onde o paciente passará por um programa de terapia de manutenção física para melhorar e manter a resistência muscular, o tônus e flexibilidade. O tratamento irá variar de pessoa para pessoa e pode mudar ao longo do tempo.

Preocupe com o que tem importância.


  Uma boa imunidade é o melhor amigo que podemos ter, pois é o sistema imunológico que nos protege contra todos os agentes agressores (poluição, estresse, etc.), e doenças, que pela formação de radicais livres podem desenvolver o câncer, processos de envelhecimento relacionados às doenças cardíacas, mal de Parkinson e Alzheimer. Até porque não tem como deixar de entrar em contato com alguns destes agentes agressores. 

 

O sistema imunológico é como uma legião de seguranças internos a nos proteger, lutando constantemente contra esses invasores, expulsando as células defeituosas, rondando os órgãos e sistemas no intuito de não deixar nenhum problema se instalar. E se ainda assim algo errado ocorrer, lá vão os soldados à luta árdua na tentativa de restabelecer a ordem. Mas o difícil é que sempre que esse quadro se instala, deixa debilitado o organismo. Por isso é preciso buscar manter a imunidade o melhor possível.
          
Pois bem, então como fazer para assegurar uma ótima ação do sistema imunológico? Sem mágicas, milagres ou ações mirabolantes, basta se alimentar corretamente, fazer atividade física regularmente, eliminar o tabagismo, no caso dos fumantes, evitar o uso de bebidas alcóolicas, baixar os níveis de ansiedade e estresse. 
 É importante manter a microbiota intestinal saudável, pois muito do trabalho de desintoxicação do organismo é feito no intestino, sem dizer da necessidade de uma situação intestinal saudável para a ótima absorção dos nutrientes, vitaminas e minerais.  
Será que tudo o que você consome (de saudável) é amplamente absorvido? Cansaço, apatia, indisposição, queda de cabelo, fraqueza, sonolência, unhas fracas ou com manchas e tantas outras coisas podem ser resultado de falta de macro e/ou micronutrientes. E essa falta pode estar ligada não a ausência do consumo, mas da pouca absorção e disponibilidade desses nutrientes, justamente por uma condição imunológica intestinal desfavorável. Já pensou nisso? 

Minha receita é simples! 2 gotas de copaíba, 1 gota de andiroba e 1 castanha do pará. 3 alimentos funcionais perfeitos que irão te proteger de tudo e fortalecer o sistema imunológico

domingo, 10 de março de 2013

A fonte da juventude.



   Todos certamente, em algum momento de suas vidas, já ouviram falar da fonte da juventude. Poucos, no entanto, se deram conta de que ela pode estar mais próxima do que muitos pensam. Simbolicamente, podemos dizer que cada pedaço dela se encontra em um lugar. Um deles, talvez, um dos mais importantes, está na alimentação. Nesse aspecto, existe na natureza alimentos que podem dar uma boa revigorada em nosso organismo, um deles é a castanha do Pará. Aparentemente trata-se de um alimento minúsculo, mas, na prática, traz muitos benefícios à saúde das pessoas que o ingerem.

 Ao ingerir essa pequena substância, a pessoa estará incorporando ao seu organismo um mineral extremamente importante para ter uma vida longa e saudável. Trata-se do selênio, substância responsável pelo combate ao envelhecimento celular, cuja origem está na formação dos radicais livres que acabam com as células.
 O consumo diário de duas castanhas do pará já é suficiente para que se aumente em 65% o teor de selênio no sangue. É isso que atesta estudo realizado pela Universidade de Otago, na Nova Zelândia. Nesse aspecto, vale lembrar que pela castanha do pará que é produzida no norte e no nordeste do Brasil ser muito rica, a ingestão de apenas uma castanha já é suficiente para proporcionar ao organismo um acréscimo considerável de selênio no organismo. No caso da criança então, o consumo de meio grão já é suficiente. Na realidade, os benefícios do selênio são muitos amplos. Para se ter uma ideia, protege o cérebro e pelo fato de combater os radicais livres, acaba preservando as células nervosas, o que é fundamental para que com o passar dos anos, a pessoa não seja acometida por doenças neurodegenerativas. Ela também é fundamental para o bom funcionamento da tireoide, pois sem o selênio simplesmente não há a produção dos hormônios. Além disso, ajuda o organismo a expulsar as toxinas e os metais pesados que se encontram nas células e, a medida que faz essa limpeza no organismo, previne tumores, fortalece o sistema imunológico e por ser rica em gorduras mono e polinsaturadas, reduz os níveis de colesterol ruins do sangue e, ao mesmo tempo, aumenta o bom colesterol, o que impede o surgimento de doenças cardiovasculares.

Outros benefícios;
 Além de todos esses benefícios que o selênio provoca no organismo, vale lembrar que a castanha do pará também possui magnésio, responsável pelo bom funcionamento cardíaco, das células nervosas e pela formação dos ossos. Há outros ganhos também, pois contém o ômega 3, que proporciona uma melhoria na memória, nas habilidades motoras, na velocidade de reação e, o que é mais importante, reduz o estresse. Como se vê, as aparências enganam, quem vê um grão minúsculo da castanha do pará, não tem consciência do tesouro que carrega nas mãos. Portanto, em vez de se entupir de remédios, e ficar sujeito aos seus efeitos colaterais, o negócio é recorrer a natureza e se beneficiar desse abençoado alimento.

Nosso sangue tem que ser alcalino.

Nosso sangue não pode ser ácido

Nosso sangue não pode ser ácido

Quando falamos de saúde física – prevenção, manutenção e revitalização -, equilíbrio emocional e inteligência plural, a única proposta verdadeira para desfrutarmos ao máximo a nossa condição humana, é necessário que tenhamos consciência de que, verdadeiramente, tudo isso depende essencialmente da qualidade de vida de nossas células que, por sua vez, depende do equilíbrio ácido-base dos líquidos que se encontram dentro e fora delas.
No mundo da química as substâncias, quando dissolvidas em meio aquoso, classificam-se como ácidas ou alcalinas.

Substâncias ou meios ácidos são aqueles com excesso de carga positiva, e alcalinos são aqueles com excesso de carga negativa. Para simplificar, nós químicos, usamos uma unidade de medida desta acidez ou alcalinidade que chamamos de "pH". Assim, existe uma escala de pHs que varia de zero a 14, onde:
pH = zero -> indica o máximo de acidez ou carga positiva;
pH = 7,00 -> indica a neutralidade;
pH = 14 -> significa o máximo de alcalinidade ou carga negativa.
Nossos líquidos corporais – linfa, sangue e líquido crânio-sacral - representam cerca de 65% da massa total de um corpo adulto, e o sangue, pelas suas funções de grande transportador, mediador, solvente, provedor e agente de ligação entre os órgãos e tecidos, é o mais importante. A faixa ideal de pH do sangue humano está entre 7,36 a 7,42; portanto, levemente alcalino.

E, variações bruscas deste pH sanguíneo irão comprometer não só o estado de consciência do Ser, como também poderá colocar em risco a própria vida. Se o pH do sangue baixa a um valor de 6,95 (levemente ácido), a pessoa poderá entrar num estado de coma, e, no outro extremo, um sangue humano com pH a partir do 7,7 irá desencadear um estado de irritação extrema, espasmos, propensão à tetania e convulsões.

Em síntese, a qualidade de vida de uma célula está diretamente relacionada ao pH do sangue que a irriga continuamente.
Reforçando: o sangue, o líquido no qual a célula está mergulhada, tem de ser mantido constantemente com o pH ideal: entre 7,36 – 7,42.
Qualquer diminuição no pH do sangue, que é a situação mais comum em nossa sociedade, irá refletir-se na desvitalização das células, ou seja, células com vida mais curta e, necessariamente, envelhecidas.
A causa mais típica desta situação metabólica é a ingestão frequente de alimentos que acidificam rapidamente o sangue: açúcar branco, farinha branca, carnes (principalmente a vermelha e a de suínos), frituras, alimentos "aditivados" pelo progresso industrial, alimentos instantâneos, congelados ou excessivamente cozidos, bebidas gasosas, etc. Enfim, tudo aquilo que conhecemos como alimentos de natureza biocida (bio = vida + cida = mata), ou seja, alimentos que matam a vida.
Estes alimentos são os grandes protagonistas para acelerar o processo de envelhecimento, a baixa vitalidade e produtividade, os desequilíbrios emocionais e, finalmente, as doenças.
Pelo tempo que esse ciclo vicioso (maus hábitos alimentares) durar, o organismo irá manter-se sob padrões de degeneração orgânica contínua, e a chegada da doença será inevitável.